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Direito Previdenciário · BPC/LOAS · TEA

O BPC do seu filho autista foi negado pelo INSS?

Muitas famílias têm direito ao Benefício de Prestação Continuada e não sabem. Entenda o que pode ter sido avaliado de forma incorreta e quais documentos podem fazer diferença.

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A orientação depende da análise dos documentos e informações do caso.

⚖️ Especialista em BPC/LOAS
🧩 Foco em crianças com TEA
🔒 Atendimento sigiloso
📋 Análise baseada em lei e jurisprudência
Situações atendidas

Seu filho pode ter direito ao BPC mesmo depois da negativa

O INSS nega muitos pedidos por avaliação incompleta, documentação insuficiente ou aplicação incorreta da lei. Veja as situações mais comuns:

BPC/LOAS negado para criança com TEA

A avaliação do INSS pode não ter considerado corretamente as limitações funcionais do autismo.

📉

Renda familiar calculada de forma errada

A lei prevê exclusões de renda que o INSS frequentemente ignora ao calcular a renda per capita.

🔄

Benefício cessado ou suspenso

A cessação pode ser contestada se não houver comprovação de que a deficiência cessou ou a renda aumentou.

📝

Pedido administrativo indeferido

É possível recorrer administrativamente ou judicialmente após a negativa do INSS.

🏥

Laudo médico não aceito

O INSS pode ter desconsiderado laudos particulares ou relatórios multidisciplinares relevantes.

Não sei por onde começar

Se você não entendeu a decisão do INSS, a orientação jurídica pode esclarecer seus direitos.

Passo a passo

Como funciona o atendimento

1

Envie a decisão do INSS e os documentos básicos

Encaminhe pelo WhatsApp a carta de indeferimento, o diagnóstico do seu filho e outros documentos que tiver disponíveis. Não precisa ter tudo para começar.

2

O caso é analisado com base nas informações apresentadas

Os documentos são verificados à luz da Lei 8.742/93, do Estatuto da Pessoa com Deficiência (Lei 13.146/2015) e da jurisprudência atual do STJ e TNU sobre autismo.

3

Você recebe orientação sobre os caminhos possíveis

Após a análise, você é informado sobre as opções disponíveis: recurso administrativo, ação judicial ou requerimento novo — sempre com clareza e sem promessas.

Enviar Documentos pelo WhatsApp
O que enviar

Documentos que podem ser úteis na análise

Envie o que tiver disponível. Não é necessário ter todos os documentos para receber uma orientação inicial.

Foto do advogado
Quem atende

Carlos Magno Coelho Pimenta

Sou advogado previdenciário com atuação especializada em BPC/LOAS para pessoas com deficiência, especialmente crianças com Transtorno do Espectro Autista. Atuo na análise de benefícios negados pelo INSS, buscando orientar cada família de forma clara, técnica e responsável.

Meu trabalho é baseado na Lei 8.742/93, no Estatuto da Pessoa com Deficiência (Lei 13.146/2015) e na jurisprudência consolidada do STJ e TNU — que reconhecem o direito das crianças autistas ao benefício.

⚖️ OAB/RJ nº 232.955
📍 Rio de Janeiro – RJ, Brasil
📱 +55 (21) 95111-4514
✉️ carlospimentaadvocacia@gmail.com
Dúvidas frequentes

Perguntas que as famílias costumam fazer

O que é o BPC/LOAS e meu filho autista tem direito?
O BPC (Benefício de Prestação Continuada) é um benefício da assistência social no valor de 1 salário mínimo, previsto na Lei 8.742/93. Pode ser concedido a pessoas com deficiência de qualquer idade que tenham renda familiar per capita de até 1/4 do salário mínimo. O autismo (TEA) é reconhecido como deficiência pela Lei 13.146/2015 e pela Lei 12.764/2012 (Lei Berenice Piana), e há ampla jurisprudência do STJ e TNU garantindo o direito de crianças autistas ao benefício.
O INSS negou o pedido. O que posso fazer?
Após a negativa, existem basicamente três caminhos: (1) recurso administrativo junto à Junta de Recursos do INSS (JRPS), no prazo de 30 dias; (2) novo requerimento administrativo com documentação complementada; ou (3) ação judicial no Juizado Especial Federal (JEF), que não exige advogado para causas de até 60 salários mínimos, mas a representação jurídica tende a ser recomendável. A orientação jurídica ajuda a identificar qual caminho é mais adequado para cada situação.
Como o INSS calcula a renda para o BPC? Há exclusões?
A renda per capita deve ser inferior a 1/4 do salário mínimo. No entanto, a legislação e a jurisprudência preveem que certos valores não entram nesse cálculo: o próprio BPC de outro membro da família, benefícios de valor mínimo de idoso ou deficiente, e — conforme o STJ e a TNU — despesas com medicamentos e tratamentos da criança podem ser consideradas. O INSS frequentemente ignora essas exclusões, o que pode tornar a negativa contestável.
Precisa de laudo para dar entrada no BPC?
Sim. O laudo médico com o diagnóstico de TEA (CID F84) é fundamental. Além disso, relatórios de acompanhamento de neuropediatra, psicólogo, fonoaudiólogo e terapeuta ocupacional fortalecem muito o pedido, pois demonstram os impactos funcionais do autismo no dia a dia da criança — elemento essencial para a avaliação do INSS.
Vale a pena recorrer administrativamente ou é melhor ir direto à Justiça?
Depende do caso. O recurso administrativo é mais rápido e gratuito, mas tem taxas de sucesso variáveis. A ação judicial costuma ser mais efetiva quando há documentação médica sólida e o erro do INSS é identificável na decisão. A análise do caso é o que permite recomendar o melhor caminho.
A análise jurídica garante que vou ganhar o benefício?
Não. Nenhuma análise jurídica pode garantir resultados. O objetivo da orientação é avaliar os documentos, identificar os pontos que podem ser questionados na decisão do INSS e indicar os caminhos juridicamente possíveis — sempre com base na lei e na jurisprudência, sem promessas.
Próximo passo

Quer entender melhor o direito do seu filho?

Envie os documentos pelo WhatsApp e receba uma orientação baseada na sua situação real.

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A orientação depende da análise dos documentos e das informações do caso.